sábado, 19 de fevereiro de 2011

Deixe-me ser o que sou, o que fui, um rio que vai fluindo…

[Mario Quintana]

Um amor físico, fatídico, real, raro e patente. Um amor que nasceu, mas nunca viveu. Um amor que aconteceu, mas não foi ocupado. Daquelas comédias românticas que ninguém tem tempo de rir, pois já começa pelo final. Os amores mais bonitos são aqueles que nunca foram usados.
[Gabito Nunes]

Aquilo que explode no peito quando vemos algum vestígio de aparecimento. Ah... a saudade. Nunca soube seu real significado, nunca havia perdido ninguém de maneira tão intensa, talvez porque nunca tenha desejado alguém da mesma forma. Deve ser um erro gostar tanto assim de outro ser humano, deve ser um castigo desejar a única coisa que não se pode ter quando possuo dias que tenho tudo que desejei. Sinto em lhe dizer que continuarei desejando por não encontrar forma de expressar o que sinto, e assim não me esvaziar desse vazio que só vejo você como forma de ocupa-lo, sinto muito se não serei forte como desejou que eu fosse, ou fraca como esperava que eu seria. Não te procurei, porque te achei todos esses dias dentro de mim, e não o farei enquanto seu nome soar como eco do meu e seu rosto aparecer quando eu olhar no espelho. Não te procurei porque sinto que algo esta por trás de tudo isso, e que alguma ação minha quebraria o efeito... Mas se quer saber eu já não espero que as coisas se ajeitem com o tempo, porque não vejo mais tempo, já não o tenho mais, ele se foi com você quando todas as outras coisas que ocuparam seu lugar chegaram.

[Carolina Assis]

Afinal, viver tem sido sempre assim, quando dou sinal dos meus desgastes, vejo a vida nascer de novo, feito flor que transforma o olhar. Não tenho certeza alguma. Mas trago comigo um punhado de coragens para usar. Sem regras… hoje só garanto o acaso.
[Solange Maia]

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